Pirenópolis

Pirenópolis é uma pequena cidade histórica incrustada aos pés da Serra dos Pireneus, no interior de Goiás. Há inúmeras oportunidades para o lazer, entretenimentos e estudos. Cercada de morros, com dezenas de cachoeiras, a cidade, tombada como Patrimônio Histórico e Cultural Brasileiro, mantém seu aspecto antigo e bucólico, onde um povo hospitaleiro, alegre e festivo, convive com um ambiente de extrema beleza natural – retrato vivo da história goiana.

Pirenópolis é conhecida internacionalmente por suas manifestações folclóricas, a exemplo das famosas Cavalhadas e da Festa do Divino. Outras festas fazem também a graça do povo pirenopolino, que mantém tradições e costumes que o cidadão metropolitano não vê, como as procissões e festas nos povoados, com barraquinhas, fogueiras, queima de fogos, leilões, ranchões com forró etc.

Pirenópolis é considerada com o berço da cultura goiana. Foi aqui que surgiu as primeiras obras sacras, como as igrejas, imagens e retábulos; o primeiro jornal – Matutina Meiapontense; a primeira biblioteca; o primeiro cinema; etc. Incluindo neste mérito as antigas bandas de músicas, escritores, pintores e atores cênicos. Peças teatrais, como as operetas, eram encenadas desde fins do século XIX. Artistas consagrados nasceram em Pirenópolis, como é o caso de Veiga Valle, santeiro de expressão, considerado o Aleijadinho de Goiás, cujas obras estão expostas no Museu da Boa Morte na Cidade de Goiás, lugar onde viveu.

A artesanato típico é aquele que servia de utensílios, como as panelas e potes de barros, os tecidos de tear rústicos, e os balaios e cestas de palha. Crochê, costura, doces e licores também fazem parte deste rol.

Da comida típica a internacional. lanches, sorvetes, quitandas, churrasquinhos, bebidas e vida noturna. Pirenópolis apresenta uma gastronomia rica e variada, destacando-se a comida goiana/mineira e excelentes pizzarias com forno a lenha e lugares mais que aconchegantes.

Hoje, temos em Pirenópolis uma diversidade de arte e artesanatos, devido a afluência de estrangeiros nas últimas décadas. São joias de prata, pinturas e esculturas diversas distribuídas em muitas lojinhas e na feira de artesanato que acontece aos finais de semana e feriados na praça do coreto. Vale a pena conferir, tem gente boa no pedaço