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Ludmilla se apresenta pela primeira vez em Goiânia

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Posted 1 de July de 2016 by Ton Freitas in Acontece

Fenômeno do funk carioca, cantora se apresenta na Santa Fé Hall, amanhã (2/7) a partir das 22h

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Ludmilla se apresenta amanhã, a partir das 22 horas, na boate Santafé Hall

Ludmilla posta foto de trança e é comparada a personagem de filme. Ludmilla abandona visual platinado e volta a exibir cabelos azuis. Ludmilla usa técnica de Beyoncé e Rihanna para mudar visual dos cabelos. Uma olhada nas manchetes sobre a funkeira Ludmilla dá a dimensão da faceta camaleoa da cantora carioca. Se não adotar nenhuma nova transformação no visual capilar ela deve se apresentar amanhã pela primeira vez em Goiânia na boate Santafé Hall, a partir das 22 horas, de cabelos longos, lisos, castanhos e com mechas azuis nas pontas.

Desde quando estourou em todo o Brasil com o sucesso Hoje, faixa-título de seu primeiro e ainda único disco, lançado em 2015, Ludmilla nunca mais foi a mesma. Não é nenhum exagero afirmar que a jovem artista muda de visual assim como troca de roupa. Já apareceu com os cabelos longos e azuis, com madeixas curtas e brancas, com os fios encaracolados, na cor castanho-avermelhada, até adotou a mania entre as divas pop internacionais, como Lady Gaga e Rihanna, que utilizam perucas para mudar sempre o look.

Só no último mês a cantora mudou de visual três vezes e todas contaram com aprovação dos fãs que rasgaram elogios nas suas redes sociais. As mudanças não têm um motivo específico. Ludmilla gosta de ser um dia loira, em outro morena, depois ruiva, e ainda aparece de personagem de desenho animado como a Elsa do Frozen ou de filme de heróis, com a Tempestade, do X-Men. “Gosto de me reinventar. Amo ter a liberdade de ter um visual diferente. A mulher tem que se permitir mudar, arriscar, se renovar, mas principalmente se sentir feliz, linda e poderosa.”

Fenômeno

Deixando o visual de lado, Ludmilla é um fenômeno recente da música pop nacional, assim como Anitta. Logo no álbum de estreia, ela conseguiu o feito de consagrar cinco faixas: 24 Horas Por Dia, Não Quero Mais, Te Ensinei Certin, Hoje e Fala Mal de Mim. Além disso, quando o funk dava sinais de pura decadência no Brasil e que vivia apenas do passado, as duas divas da atualidade surgiram e mudaram o rumo do segmento, proporcionando mais visibilidade nas rádios, nos programas de TV, cachês pomposos e abertura para o surgimento de novos nomes.

Ludmilla, que tem como referências internacionais as cantoras Beyoncé e Rihanna, vive a expectativa pelo novo álbum, que deve ser lançado em agosto, seguindo a linha do seu antecessor, mesclando funk com pop. O trabalho contará com participações especiais do rapper norte-americano de R&B Jeremih e da curitibana Karol Conka. A cantora lançou nos últimos dias nas plataformas digitais o single Bom, que tem refrão-chiclete, que repete o título da faixa, onde na letra a artista descreve uma noite de prazer sob o ponto de vista feminino.

São essas letras, os discursos, a postura e até o estilo ousado de se vestir fez com que Ludmilla se tornasse, para alguns fãs e admiradores, referência no modelo de empoderamento negro no Brasil, movimento para fortalecer as mulheres e desenvolver a igualdade de gêneros. A causa ganhou ainda mais força, visibilidade e representatividade depois que a funkeira foi vítima em maio de ofensas raciais nas suas redes sociais, assim como aconteceu com as atrizes Taís Araújo e Sheron Menezzes e com a jornalista e apresentadora Maria Júlia Coutinho, a Maju.

Show: Ludmilla
Data: Amanhã, a partir das 22h
Local: Santafé Hall (Av. 136, nº 222, Setor Marista)
Ingressos: R$ 70 (masculino) e R$ 40 (feminino), sem nome na lista
Mais informações: 3945-7980

Fonte: O Popular


Sobre o Autor

Ton Freitas


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