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Aeroporto de Goiânia – tudo pronto para a etapa final da obra

 

O novo aeroporto de Goiânia deve começar a operar em novembro deste ano, como prometeu a presidente Dilma Rousseff (PT). Mas de forma parcial, como informou ontem a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) durante visita de um grupo de deputados estaduais ao local das obras. “Nosso objetivo é que em novembro a gente tenha condições de operar o terminal, mesmo que parcialmente. Em função da declaração da presidente Dilma, estamos revendo o nosso cronograma. Mas o terminal não estará funcionando a plena carga porque não vai estar com toda a parte de drenagem e de esgoto concluída”, explicou o líder do empreendimento da Infraero em Goiânia, José Eduardo Bernat.

Apesar do novo terminal de embarque e desembarque estar 92% concluído, no total, falta a construção de cerca de 55% das obras de ampliação e reforma do Aeroporto Santa Genoveva. Bernat manteve a data de finalização do contrato, firmado entre o governo federal e o consórcio formado pelas empresas Odebrecht e Via Engenharia, para o ano que vem. “Vamos iniciar a obra no dia 6 de abril de 2015 e concluir no dia 4 de abril de 2016”, disse.

Desde o anúncio presidencial, há uma aceleração nos trabalhos para que as obras comecem no dia 6. “O consórcio iniciou uma mobilização, construindo duas usinas de asfalto e uma de concreto para atender toda da demanda necessária”, relatou o responsável pelo empreendimento.

A partir da próxima segunda-feira, o consórcio focará nas obras de infraestrutura na área externa, como pátio e pistas de taxiamento das aeronaves, estacionamento de veículos e vias de acesso.

Segundo o responsável pela obra, o prazo mais enxuto não foi inconsequente porque existe uma concentração de esforços de execução no período da seca, de abril a novembro. Segundo ele, com as obras de infraestrutura envolvem escavações, terraplanagem, pavimentações, é preciso trabalhar com o solo relativamente seco.

No período chuvoso, ficarão pendentes serviços de drenagem, finalização de bueiros, estação de tratamento de esgoto e pavimentações secundárias.

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Ministro da Secretaria da Aviação Civil, Eliseu Padilha, negou as informações divulgadas na semana passada pelo líder do empreendimento da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) em Goiânia, José Eduardo Bernat. Segundo Bernat, o novo terminal funcionaria, a partir de 15 de novembro, de maneira parcial. Mas o ministro promete um aeroporto funcionando, na data determinada pela presidente Dilma Rousseff, com 100% da capacidade prevista.

Apesar do nome, o Aeroporto Internacional Santa Genoveva, em Goiânia, não mantém voos diretos para o exterior. Mas, com a conclusão das obras de ampliação – prevista para novembro -, ele deverá ser de fato internacional. A promessa foi feita pelo ministro da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Eliseu Padilha, durante vistoria da retomada das obras de infraestrutura do novo terminal, na tarde de ontem. A capital terá capacidade para receber e enviar voos regulares para países da Américas Latina, Central e do Norte, sem a obrigatoriedade de conexões dentro do território brasileiro.

Durante a visita à capital, o ministro negou as informações divulgadas na semana passada pelo líder do empreendimento da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) em Goiânia, José Eduardo Bernat. Segundo Bernat, o novo terminal funcionaria, a partir de 15 de novembro, de maneira parcial. Mas o ministro promete um aeroporto funcionando, na data determinada pela presidente Dilma Rousseff, com 100% da capacidade prevista.

Na semana passada, Bernat afirmou que o Santa Genoveva não tinha condições de se tornar efetivamente aeroporto internacional por conta do tamanho da pista, que não suporta grandes aeronaves, e pela proximidade com Brasília, onde existe um terminal com voos diretos para outros países.

Argentina

Padilha citou como exemplo o avião que vai para a Argentina, um A-320, que segundo ele têm total condições de pousar no novo complexo do Santa Genoveva. “Aqui pousam todos os aviões que não sejam de grande porte. Passageiros que pousam em Guarulhos poderão vir para este terminal”, garantiu.

Questionado sobre a proximidade com Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, no Distrito Federal, o ministro afirmou: “O que vai ditar é a necessidade da cidade. Havendo demanda, isso se ajusta. Não havendo demanda, se vai a Brasília”.

O presidente da Infraero, Gustavo do Vale, também participou da vistoria das obras retomadas ontem e reafirmou o compromisso de entregar a obra completa, incluindo as partes de drenagem e rede de esgoto. “Dentro do nosso cronograma, as obras de drenagem e rede de esgoto começam hoje (ontem), assim como a construção do pátio para estacionamento e pistas de táxi das aeronaves, estacionamento dos veículos e o sistema viário interno do aeroporto”, garantiu.

Vale também disse que a pista é adequada e homologada a voos internacionais de média distância e tem área prevista para a instalação da Polícia Federal e alfândega, mas ressaltou: “Condições ele vai ter. Agora, se ele vai ser não depende da Infraero e sim da demanda das companhias aéreas. Só será ativado a partir do momento que as companhias disserem que sim”, comentou.

“Goiânia já tem o nível de uma capital internacional. O aeroporto apenas não estava condizendo com a cidade. Goiânia vai se incluir nas cidades comvoo internacional.” 
Eliseu Padilha, ministro da Secretaria de Aviação Civil

“As obras do pátio e da pista vão começar precisamente em 6 de abril. Todas essas obras estarão concluídas em novembro.” 
Dilma Rousseff, presidente da República durante discurso em Goiânia no Paço Municipal no dia 19 de março.

“Em função da declaração da presidente, estamos revendo o nosso cronograma. O terminal não estará funcionando a plena carga.”
 José Eduardo Bernat, líder do empreendimento da Infraero em Goiânia, no dia 1º de abril.

 


 

Nova data para concluir aeroporto

A presidente Dilma Rousseff (PT) prometeu concluir até novembro as obras do Aeroporto Santa Genoveva. As obras foram iniciadas há dez anos. Ontem, durante discurso, a presidente pediu que a população cobre dela o compromisso, assumido em sua fala no evento do Paço Municipal (leia ao lado). O ministro da Aviação Civil, Elizeu Padilha, presente no evento, foi incumbido pela presidente de cobrar os responsáveis pela execução da obra.

Durante discurso na assinatura da ordem de serviço do Bus Rapid Transit (BRT) Norte-Sul, a petista reconheceu problemas e interrupções na execução das obras do novo terminal de passageiros do aeroporto e anunciou retomada dos trabalhos no dia 6 de abril, com prazo de entrega para novembro deste ano.

A demora do governo federal para liberar cerca de R$ 200 milhões em recursos era o obstáculo que atravancava a finalização dos 11,6% de obras ainda restantes para terminar o aeroporto. De 2007 a 2013, o serviço foi suspenso por determinação do Tribunal de Contas da União (TCU), que detectou superfaturamento. A construção do novo terminal de passageiros do Aeroporto Santa Genoveva faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e é uma das obras com recursos do governo federal destinados a Goiás.

BRT

Motivo oficial da agenda de Dilma a Goiânia, a assinatura da ordem de serviço do BRT Norte-Sul dá largada ao corredor exclusivo de 21,8 quilômetros entre os terminais Recanto do Bosque e Cruzeiro, ligando Goiânia e Aparecida de Goiânia, Ele atenderá diretamente 148 bairros das duas cidades.

A expectativa da Prefeitura e do governo federal é de concluir as obras em dois anos. O investimento anunciado é de R$ 340 milhões, dos quais R$ 210 milhões são do PAC da mobilidade urbana e outros R$ 130 milhões são contrapartida do município.

O prefeito Paulo Garcia (PT), vinculou as obras do BRT a reivindicações quanto ao transporte público cobradas nos protestos de 2013. “O governo da presidente Dilma soube entender e atender com agilidade as demandas apresentadas pela sociedade naquela época”, declarou.

A presidente da Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC), Patrícia Veras, foi a primeira dos anunciados a compor o palco em que foi assinada a ordem de serviço do BRT Norte-Sul. A companhia foi responsável pela licitação do consórcio de empresas que vão fazer o corredor. Ubirajara Alves Abud, secretário extraordinário da Unidade Executora do BRT, também esteve entre as autoridades presentes.

Ônibus

Dilma e Paulo Garcia não fizeram menção aos 300 novos ônibus que seriam incluídos à frota do transporte coletivo da capital ao longo do ano (uma remessa ontem, durante a solenidade). Após o evento, a assessoria da Prefeitura não foi encontrada para explicar por que a entrega não foi feita, conforme anunciado às vésperas pelo prefeito.

Moradia

A presidente aproveitou a ocasião para falar da terceira etapa do programa Minha Casa, Minha Vida, com a promessa de fazer 3 milhões de moradias no País. No entanto, admitiu que há pendências em Goiás da etapa anterior.

“Nós realizamos o sonho da casa própria ou estamos em vias finais de realizar esse sonho para 40 mil famílias; 22 mil já receberam a chave da casa, 18 mil irão receber”, concluiu.

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Fonte: Jornal O Popular

 

 


Aeroporto está pronto, mas não pode funcionar

O novo terminal de passageiros do Aeroporto Santa Genoveva está praticamente pronto, faltando 11,6% para termina-lo. Apesar de estar dentro do praz previsto – março de 2015-, a obra não poderá ser concluída e muito menos entregue por causa da demora do governo federal em liberar os recursos para as obras de infraestrutura do entorno do novo terminal, estimados em R$ 200 milhões. Mesmo com a liberação da verba, ainda precisaria esperar pelo menos mais um ano para esse novo serviço e então concluir o novo terminal – ainda faltam intervenções de acabamento nas pistas e pontes de embarque. Até lá, o prédio fica sem utilização.

A Infraero informou por e-mail que, além da alocação dos recursos, precisa da assinatura do termo aditivo para que possam ser realizadas intervenções na pista de taxiamento, pátio de aeronaves, estacionamento de veículos e sistema viário de acesso. O objetivo inicial da Infraero era entregar as duas obras – novo terminal de passageiros e infraestrutura – até esse mês. Com essa demora, um novo cronograma dos trabalhos será definido oportunamente, segundo a Infraero.

O Tribunal de Contas da União (TCU) realizou, em 26 de novembro do ano passado, acórdão que permitia a Infraero dar continuidade às obras de infraestrutura de suporte para o novo terminal.

Após a liberação dos recursos, ainda precisa ser marcada uma data para a ordem de serviço. Então seriam necessários, pelo cronograma anterior, mais 12 meses para a conclusão das obras na pista de taxiamento e nos outros setores. De acordo com a Infraero, esse trabalho é necessário para que haja suporte para atender a demanda no novo terminal, que tem capacidade prevista para receber até 9,8 milhões de passageiros por ano.

Faz uma década desde que as obras do novo terminal foram iniciadas. Elas foram interrompidas em 2007 por determinação do TCU, que apontava superfaturamento no serviço, e só retomadas em 2013.

Prejuízos

O novo atraso pode representar prejuízo para o passageiro. O número de pessoas que usam o transporte aéreo em Goiás, assim como no país, vem crescendo. A Infraero aponta que o número de passageiros que pousou ou decolou da Capital apenas em janeiro desse ano representa quase 10% do total do ano passado.

Caso a tendência seja a mesma nos meses seguintes, o ano pode fechar com números recordes. Apenas em janeiro de 2015, quase 300 mil passageiros passaram pelo terminal em 4.9 mil voos. Em todo o ano de 2014, 65,6 mil pousos e decolagens foram registrados. Nesses voos, 3,3 milhões passageiros foram ou chegaram de viagem pelo terminal de Goiânia.

A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) informou que as empresas que operam no terminal só elaboram novas planilhas de voos após a autorização da Infraero que, por sua vez, só repassará a permissão após a conclusão de todas as etapas da obra.

Procuradas, as duas maiores operadoras de voos na Capital, TAM e a GOL informaram que a construção do novo aeroporto não interfere nas operações já realizadas, mas que certamente deverão ampliar as ações envolvendo Goiânia assim que possível.

Obra no aeroporto de Goiânia

 

Fonte: Jornal O Popular


Aeroporto – Liberação de verba depende do Congresso

As obras de infraestrutura do Aeroporto Santa Genoveva ainda não tem prazo para serem entregues à população. O Ministério do Planejamento informou que os ajustes financeiros para reduzir a inflação anunciados pela presidente Dilma Rousseff não vão interferir nos investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A construção do novo aeroporto de Goiânia faz parte desse programa. O valor de repasse para as obras, que ainda deverão custar R$ 200 milhões aos cofres da União, ainda precisam ser votadas e aprovadas no Congresso Nacional, o que também segue sem previsão.

17/03/2015 05:00 (Fonte: O Popular)